Segunda-feira, Fevereiro 16, 2004
Tenho andado a pensar e decidi que vou parar de escrever nesta caralhada de blog rabeta. Só para amenar. Só durante uns tempos.
Perguntar-me-ão, "Durão, mas porquê?"...Boa pergunta. O facto é que, cada vez que saio à rua, tenho de ouvir todo o tipo de insultos. Ainda noutro dia, estava eu a comprar pão, quando vem um jovem que me diz, "O seu blog é dotado de cultura e de sabedoria...". Foda-se. Se é para ouvir merdas destas, mais vale, como já disse, parar de escrever durante uns tempos. Talvez retome a escrita lá para Maio ou a puta-que-o-valha.
Até qualquer dia,
Cherne (de espinha comprida).
Perguntar-me-ão, "Durão, mas porquê?"...Boa pergunta. O facto é que, cada vez que saio à rua, tenho de ouvir todo o tipo de insultos. Ainda noutro dia, estava eu a comprar pão, quando vem um jovem que me diz, "O seu blog é dotado de cultura e de sabedoria...". Foda-se. Se é para ouvir merdas destas, mais vale, como já disse, parar de escrever durante uns tempos. Talvez retome a escrita lá para Maio ou a puta-que-o-valha.
Até qualquer dia,
Cherne (de espinha comprida).
Domingo, Fevereiro 15, 2004
Hoje, fui eu quem fez o jantar cá em casa. Fiz tortilha.
A tortilha dá-me sempre tesão. Lembro-me sempre de toureiros que, com aqueles fatos justos, dominam bestas selvagens como os touros. Gostaria que a minha "besta" fosse um dia espancada por tipos como os toureiros. Foda-se, já estou a ficar com tusa. Vou limar o canivete.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
A tortilha dá-me sempre tesão. Lembro-me sempre de toureiros que, com aqueles fatos justos, dominam bestas selvagens como os touros. Gostaria que a minha "besta" fosse um dia espancada por tipos como os toureiros. Foda-se, já estou a ficar com tusa. Vou limar o canivete.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Sábado, Fevereiro 14, 2004
Hoje, como foi Dia dos Namorados, escrevi uma carta a Carlos Silvino.
Para ser mais romântico, fui-lha entregar pessoalmente. Quando cheguei perto da cela de Bibi, ganhei coragem e chamei-o.
Ele estava surpreendido, mas depois de ler a carta, piscou-me o olho. Então, com as hormonas a saltar, deixei renascer a criança que há dentro de mim e, levei no rabinho durante três minutos. Depois, apareceu o guarda prisional e disse, "Já chega...Acabou-se a hora das visitas...".
Despedi-me do meu amado com tristeza. Somos um amor proibido. Se alguém soubesse do que se passou hoje, fodia-me.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Para ser mais romântico, fui-lha entregar pessoalmente. Quando cheguei perto da cela de Bibi, ganhei coragem e chamei-o.
Ele estava surpreendido, mas depois de ler a carta, piscou-me o olho. Então, com as hormonas a saltar, deixei renascer a criança que há dentro de mim e, levei no rabinho durante três minutos. Depois, apareceu o guarda prisional e disse, "Já chega...Acabou-se a hora das visitas...".
Despedi-me do meu amado com tristeza. Somos um amor proibido. Se alguém soubesse do que se passou hoje, fodia-me.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Sexta-feira, Fevereiro 13, 2004
A minha mãe leu o meu blog e, depois de chorar, disse-me: "Filho, diz-me que não tomas drogas...". Eu disse-lhe, "Mas eu tomo-as. Não vou dizer que não só porque a mãe quer...".
Depois, a minha mãe foi até à cozinha, onde pôs a cabeça no forno de gás e, tentou matar-se. Eu, com a pressa de salvá-la, enquanto ela estava de gatas, levantei-lhe a saia e dei-lhe uma foda na bufa. Ela rapidamente reagiu e tirou logo a cabeça do forno. Mas, para minha surpresa, a minha mãe virou-se para mim e disse, "Durão, filho, continua a dar-me à bruta por trás!".
Aquilo ainda se estendeu por um bom quarto de hora. Eu a furar-lhe o esfíncter. Sempre a esquartejar o sebo à minha mãe e ela a guinchar de gosto.
Depois, pediu-me para eu minetar. Eu pensei, "Porque não?". Um minete não podia diferir muito do broche. Fiz-lhe a buceta húmida e, depois de mais uma ronda de fuzilamento rabal, ela fez-me um broche.
Depois desta fodilhice toda, ficámos amigos. Pela primeira vez na História, eu estava amigo da minha mãe.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Depois, a minha mãe foi até à cozinha, onde pôs a cabeça no forno de gás e, tentou matar-se. Eu, com a pressa de salvá-la, enquanto ela estava de gatas, levantei-lhe a saia e dei-lhe uma foda na bufa. Ela rapidamente reagiu e tirou logo a cabeça do forno. Mas, para minha surpresa, a minha mãe virou-se para mim e disse, "Durão, filho, continua a dar-me à bruta por trás!".
Aquilo ainda se estendeu por um bom quarto de hora. Eu a furar-lhe o esfíncter. Sempre a esquartejar o sebo à minha mãe e ela a guinchar de gosto.
Depois, pediu-me para eu minetar. Eu pensei, "Porque não?". Um minete não podia diferir muito do broche. Fiz-lhe a buceta húmida e, depois de mais uma ronda de fuzilamento rabal, ela fez-me um broche.
Depois desta fodilhice toda, ficámos amigos. Pela primeira vez na História, eu estava amigo da minha mãe.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Quinta-feira, Fevereiro 12, 2004
Hoje, fui ao cinema. Fui sozinho. Fui ver um filme de nome, "Um Susto de Filme 3".
Estava eu comodamente sentado a comer pipocas e a rir-me, quando chega um beto que se senta ao pé de mim. O beto era daqueles que faz crescer langonha no cu. Um petisco pronto a ser provado.
Ao princípio ainda me controlei. O tesão era muito, mas pensei na Odete Santos e o bicho acalmou.
No intervalo, fui à casa de banho. Dei porrada no pilacete e, depois de mandar esporra para a sanita, voltei para o meu lugar na sala de cinema.
O beto estava mesmo a pedi-las. Sempre a abrir as pernas. Cortei a tensão e, estiquei a mão, pu-la por dentro das calças de ganga do gajo e bati-lhe uma. Depois, fiz-lhe um bóbó e acabei na lambidela à pipeta.
O beto, enervadíssimo, queixou-se à mulher dos bilhetes e, minutos depois, fui expulso.
Com a boca branca e mão dorida, fui para o carro e guiei durante horas sem saber para onde ir.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Estava eu comodamente sentado a comer pipocas e a rir-me, quando chega um beto que se senta ao pé de mim. O beto era daqueles que faz crescer langonha no cu. Um petisco pronto a ser provado.
Ao princípio ainda me controlei. O tesão era muito, mas pensei na Odete Santos e o bicho acalmou.
No intervalo, fui à casa de banho. Dei porrada no pilacete e, depois de mandar esporra para a sanita, voltei para o meu lugar na sala de cinema.
O beto estava mesmo a pedi-las. Sempre a abrir as pernas. Cortei a tensão e, estiquei a mão, pu-la por dentro das calças de ganga do gajo e bati-lhe uma. Depois, fiz-lhe um bóbó e acabei na lambidela à pipeta.
O beto, enervadíssimo, queixou-se à mulher dos bilhetes e, minutos depois, fui expulso.
Com a boca branca e mão dorida, fui para o carro e guiei durante horas sem saber para onde ir.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Quarta-feira, Fevereiro 11, 2004
Yupiiii!
Hoje, recebi a minha primeira crítica em relação a este blog, por parte de Ferro Rodrigues. Claro, já várias pessoas me enviaram mails a opinar sobre esta merda de diário. Mas esta crítica de Ferro Rodrigues foi em pleno Parlamento.
Eu cito,
"O Sr. Primeiro-Ministro deveria saber que, o tipo de diário que escreve, não demonstra só a grande rabeteta que o Sr. é, mas também demonstra a que é que o Sr. dá mais relevância. Dá mais relevância à linguagem obscena, às gracinhas com membros desta respeitável comunidade política, como também goza com grandes escritores. Expõe a sua vida pessoal de uma forma chocante, confessa que consome drogas e que abusa sexualmente de menores.
Não se esqueça que o blog é público, logo, a juventude portuguesa poderá ler conteúdo embrutecedor e politicamente incorrecto.
Devo dizer, parabéns Sr. Primeiro-Ministro! Finalmente demonstrou que tem dom para ser político! Uma salva de palmas! Estava errado quanto a si...Afinal, nem tudo o que faz é absurdo...."
Uau...E o melhor é que mesmo os do BE bateram palmas.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Hoje, recebi a minha primeira crítica em relação a este blog, por parte de Ferro Rodrigues. Claro, já várias pessoas me enviaram mails a opinar sobre esta merda de diário. Mas esta crítica de Ferro Rodrigues foi em pleno Parlamento.
Eu cito,
"O Sr. Primeiro-Ministro deveria saber que, o tipo de diário que escreve, não demonstra só a grande rabeteta que o Sr. é, mas também demonstra a que é que o Sr. dá mais relevância. Dá mais relevância à linguagem obscena, às gracinhas com membros desta respeitável comunidade política, como também goza com grandes escritores. Expõe a sua vida pessoal de uma forma chocante, confessa que consome drogas e que abusa sexualmente de menores.
Não se esqueça que o blog é público, logo, a juventude portuguesa poderá ler conteúdo embrutecedor e politicamente incorrecto.
Devo dizer, parabéns Sr. Primeiro-Ministro! Finalmente demonstrou que tem dom para ser político! Uma salva de palmas! Estava errado quanto a si...Afinal, nem tudo o que faz é absurdo...."
Uau...E o melhor é que mesmo os do BE bateram palmas.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Terça-feira, Fevereiro 10, 2004
CRÍTICA LITERÁRIA
Há quem diga que este livro é um mero conto; mas eu não, eu não...
Para mim este livro é uma bíblia do surrealismo na sua forma escrita...Demonstra a cepticidade de um elemento feminino, que decide seguir o seu instinto animal e, penetra num dos mais profundos poços de metáforas da enigmática hipérbole que é a Vida.
Entregando-se a um mundo estranho, mas ao mesmo tempo tão familiar que parece quase uma realidade obscura e falsa, mas ao mesmo tempo tão verdadeira, ela deixa-se levar pelos sentidos naturais.
Entre o paradoxo que é a Justiça e, o instinto natural de querer acordar no mundo onde os espelhos da realidade reflectem a sua imagem, ela tem de se comprometer com o Poder. Um Poder fraco, forte...
No fundo, é uma obra que mistura o vício das cartas com seres vivos, mas mortos no interior, a fumar ópio em cima de cogumelos. O cogumelo, no fundo, é a mais bela forma de mentir verdadeiramente. A luz da obscuridão.
O abuso de Poder por parte da autoridade, mistura-se com um lanche constituído por diversos animais e um chapeleiro. Os animais são a água que lava a lama. A lama é representada metaforicamente por um homem que vende cartolas, porque a cartola é isso mesmo: um poço de fantasia sexual. A água é a sociedade que exclui os tarados sexuais da nossa comunidade.
No fundo, o livro que li, é uma forma de pôr em prespectiva o que uma pessoa muito cínica pode criar. Um conjunto de circunstâncias que a podem levar à morte.
Oooops, esqueci-me de dizer que, o livro que li, uma obra bela, trata-se de, "Alice no País das Maravilhas". Foi escrito por Lewis Carrol, o maior consumidor de LSD que já alguma vez existiu.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Há quem diga que este livro é um mero conto; mas eu não, eu não...
Para mim este livro é uma bíblia do surrealismo na sua forma escrita...Demonstra a cepticidade de um elemento feminino, que decide seguir o seu instinto animal e, penetra num dos mais profundos poços de metáforas da enigmática hipérbole que é a Vida.
Entregando-se a um mundo estranho, mas ao mesmo tempo tão familiar que parece quase uma realidade obscura e falsa, mas ao mesmo tempo tão verdadeira, ela deixa-se levar pelos sentidos naturais.
Entre o paradoxo que é a Justiça e, o instinto natural de querer acordar no mundo onde os espelhos da realidade reflectem a sua imagem, ela tem de se comprometer com o Poder. Um Poder fraco, forte...
No fundo, é uma obra que mistura o vício das cartas com seres vivos, mas mortos no interior, a fumar ópio em cima de cogumelos. O cogumelo, no fundo, é a mais bela forma de mentir verdadeiramente. A luz da obscuridão.
O abuso de Poder por parte da autoridade, mistura-se com um lanche constituído por diversos animais e um chapeleiro. Os animais são a água que lava a lama. A lama é representada metaforicamente por um homem que vende cartolas, porque a cartola é isso mesmo: um poço de fantasia sexual. A água é a sociedade que exclui os tarados sexuais da nossa comunidade.
No fundo, o livro que li, é uma forma de pôr em prespectiva o que uma pessoa muito cínica pode criar. Um conjunto de circunstâncias que a podem levar à morte.
Oooops, esqueci-me de dizer que, o livro que li, uma obra bela, trata-se de, "Alice no País das Maravilhas". Foi escrito por Lewis Carrol, o maior consumidor de LSD que já alguma vez existiu.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Segunda-feira, Fevereiro 09, 2004
Jean-Paul Sartre, um existencialista, afirmou que a Vida é um absurdo. Para quem não sabe, os existencialistas acham que a Vida não tem um sentido definido; que é uma coisa insignificante e que os humanos a desperdiçam na futilidade. Ou seja, filósofos ganzados que não passam de charlatães, amigos da conversa oca e da bebida.
Muitos perguntarão, "Qu'é qu'esta merda tem a ver com o blog?". Perguntam bem. Eu não sei. Estou com uma moca do caralho.
Mas pensem nisto: a política é um absurdo. Caso contrário, pessoas como o Paulo Portas ou como o Manuel Monteiro, nunca teriam conseguido ser deputados.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Muitos perguntarão, "Qu'é qu'esta merda tem a ver com o blog?". Perguntam bem. Eu não sei. Estou com uma moca do caralho.
Mas pensem nisto: a política é um absurdo. Caso contrário, pessoas como o Paulo Portas ou como o Manuel Monteiro, nunca teriam conseguido ser deputados.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Domingo, Fevereiro 08, 2004
Embora seja um paneleiro de alta categoria, um panilas tão oficial que devia estar isso mesmo explícito no meu B.I., tenho muito gosto em escrever sobre mulheres.
Você pode rir-se mas, o facto é que eu sou mesmo capaz de escrever um texto erótico com mulheres envolvidas. Não acredita? Olhe, nem todos os meus amigos.
Eles disseram-me há uns dias, "Durão, tu atingiste um extremo de rabanada tão grande, mas tão grande, que já não és capaz de te excitar com a beleza feminina". Potesto! Já vão ver que ainda me consigo vir, a imaginar mulheres nuas.
TEXTO ERÓTICO (COM MULHERES ENVOLVIDAS)
Teresa estava a jantar com Tom.
Tom era um homem muito musculado e com olhos azuis. Cabelo grisalho, feições que revelavam bom desenvolvimento hormonal. Uma voz sexy. Um homem de classe. Culto e bem-educado. Teresa era mais ou menos.
Teresa desejava ter sexo escaldante com o bonzão ardente do Tom. Mas não podia. Tom era o pai de uma colega sua. Ela estava ali porque ele podia ajudá-la na sua redacção sobre automóveis, já que Tom era dono de uma indústria de carros americanos.
Teresa só queria ver um bólide muito específico: o de Tom.
Depois de jantar, Tom levou Teresa a casa. Ela pediu-lhe para entrar. Tom, no fundo, desejava fornicar com ela.
No quarto de Teresa, Tom beijou-a. Teresa, enquanto o beijava, apertava as nádegas de Tom intensamente. Eram nádegas fortes, não muito rígidas, e perfeitas.
Tom tirou as calças. Um grito de paixão pilesca subiu pela garganta de Teresa. "Que pénis!", pensou Teresa. Tom disse, "Amansa a besta, filha...".
Teresa tirou a camisola. Que seios! Eram fortes. Fortes e vermelhos como diversos pénis grandes e rígidos, no momento de serem chupados.
As nádegas de Teresa eram boas. Pareciam nádegas de homem. De um homem grande, angolano provavelmente, homem esse que já fodia desde os tenros 13 anos.
Uma queca brilhante, cheia de emoção, traição, o fruto proibido. Foi fantástico. Teresa, no fim da trancada, cansada e derrotada pelo monstro sexual que a atacou, sorriu. Um sorriso de quem havia alcançado todos os seus sonhos. Um sorriso de um homem viril, do qual não me importaria de levar na bilha.
Como vêm, eu tenho um poder de escrita sobre a beleza feminina, que é fantástico.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Você pode rir-se mas, o facto é que eu sou mesmo capaz de escrever um texto erótico com mulheres envolvidas. Não acredita? Olhe, nem todos os meus amigos.
Eles disseram-me há uns dias, "Durão, tu atingiste um extremo de rabanada tão grande, mas tão grande, que já não és capaz de te excitar com a beleza feminina". Potesto! Já vão ver que ainda me consigo vir, a imaginar mulheres nuas.
TEXTO ERÓTICO (COM MULHERES ENVOLVIDAS)
Teresa estava a jantar com Tom.
Tom era um homem muito musculado e com olhos azuis. Cabelo grisalho, feições que revelavam bom desenvolvimento hormonal. Uma voz sexy. Um homem de classe. Culto e bem-educado. Teresa era mais ou menos.
Teresa desejava ter sexo escaldante com o bonzão ardente do Tom. Mas não podia. Tom era o pai de uma colega sua. Ela estava ali porque ele podia ajudá-la na sua redacção sobre automóveis, já que Tom era dono de uma indústria de carros americanos.
Teresa só queria ver um bólide muito específico: o de Tom.
Depois de jantar, Tom levou Teresa a casa. Ela pediu-lhe para entrar. Tom, no fundo, desejava fornicar com ela.
No quarto de Teresa, Tom beijou-a. Teresa, enquanto o beijava, apertava as nádegas de Tom intensamente. Eram nádegas fortes, não muito rígidas, e perfeitas.
Tom tirou as calças. Um grito de paixão pilesca subiu pela garganta de Teresa. "Que pénis!", pensou Teresa. Tom disse, "Amansa a besta, filha...".
Teresa tirou a camisola. Que seios! Eram fortes. Fortes e vermelhos como diversos pénis grandes e rígidos, no momento de serem chupados.
As nádegas de Teresa eram boas. Pareciam nádegas de homem. De um homem grande, angolano provavelmente, homem esse que já fodia desde os tenros 13 anos.
Uma queca brilhante, cheia de emoção, traição, o fruto proibido. Foi fantástico. Teresa, no fim da trancada, cansada e derrotada pelo monstro sexual que a atacou, sorriu. Um sorriso de quem havia alcançado todos os seus sonhos. Um sorriso de um homem viril, do qual não me importaria de levar na bilha.
Como vêm, eu tenho um poder de escrita sobre a beleza feminina, que é fantástico.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Sábado, Fevereiro 07, 2004
O Carlos Cruz não pode ser posto em liberdade. Se isso acontecer, ele voltará a convidar-me para uma tarde de festa na Casa Pia.
O convite, do estilo das festas de puto, diz sempre o mesmo:
"Amigo,
Queres ter uma tarde em cheio? Então, vem divertir-te connosco! Traz amigos teus!
Começa-se por jogar à "apanhada" (temos de tentar apanhar o maior número de crianças possível), acabando no jogo das "escondidas" (eles escondem-se e nós temos de encontrá-los para lhes dar "tau-tau" no rabinho).
Confirma a tua presença até ao dia X (isto depende da altura do ano).
Tenta aparecer!"
Confesso que é divertido. Mas todos os sábados chateia.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
O convite, do estilo das festas de puto, diz sempre o mesmo:
"Amigo,
Queres ter uma tarde em cheio? Então, vem divertir-te connosco! Traz amigos teus!
Começa-se por jogar à "apanhada" (temos de tentar apanhar o maior número de crianças possível), acabando no jogo das "escondidas" (eles escondem-se e nós temos de encontrá-los para lhes dar "tau-tau" no rabinho).
Confirma a tua presença até ao dia X (isto depende da altura do ano).
Tenta aparecer!"
Confesso que é divertido. Mas todos os sábados chateia.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Sexta-feira, Fevereiro 06, 2004
2ª PARTE
Na noite anterior não havia dormido a ponta um corno. No dia seguinte, voltei à loja de doces, no cu de Judas.
O Sr. Esteves, mal me viu, veio a correr na minha direcção, como quem corre na direcção de um pote de ouro. Beijou-me. Um beijo intenso. Um beijo que sabia a açúcar amarelo.
O Sr. Esteves fechou a loja mais cedo naquele dia, no cu de Judas. Ao fechar a porta, sussurrou-me ao ouvido, "Vamos fazer o amor, Durão".
Tirou as calças. Esticou o carote para fora, um carote de alto porte, e, começou a tocar-se para indo ganhando tusa. Que monstro! Um adamastor de terra firme! Um mostrengo que esvoaçava à minha volta, guinchando.
Pus-me de quatro. Era a minha primeira trancada rabal. Estava prestes a ser desbravado por um tipo de uma loja de doces naquele dia, naquela loja, no cu de Judas.
Antes de começar a foda na bilha, festa da anilha diga-se de passagem, eu disse atrevidamente, "Enfie-me a sua guloseima pelo rego acima, Sr. Esteves".
Foi uma enrabadela típica de campo. Porca, à canzana, sem piedade nem vergonha.
Depois de me ter rebentado o esfíncter, e do meu rabo ter ficado a sangrar, foi a minha vez de dar festa ao cu do Sr. Esteves. Foi excelente, perto da perfeição. Um trancada rabetina como já não se vê nos dias de hoje.
Ainda hoje me pergunto, que será feito do Sr. Esteves. Já deve ter batido a bota há muito tempo. E de bater percebia ele, lá isso percebia.
Conto-vos esta história só para perceberem que, mesmo em pequenos cus de Judas, em dias chatos, algo de mágico e de apaxonante vos poderá acontecer.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Na noite anterior não havia dormido a ponta um corno. No dia seguinte, voltei à loja de doces, no cu de Judas.
O Sr. Esteves, mal me viu, veio a correr na minha direcção, como quem corre na direcção de um pote de ouro. Beijou-me. Um beijo intenso. Um beijo que sabia a açúcar amarelo.
O Sr. Esteves fechou a loja mais cedo naquele dia, no cu de Judas. Ao fechar a porta, sussurrou-me ao ouvido, "Vamos fazer o amor, Durão".
Tirou as calças. Esticou o carote para fora, um carote de alto porte, e, começou a tocar-se para indo ganhando tusa. Que monstro! Um adamastor de terra firme! Um mostrengo que esvoaçava à minha volta, guinchando.
Pus-me de quatro. Era a minha primeira trancada rabal. Estava prestes a ser desbravado por um tipo de uma loja de doces naquele dia, naquela loja, no cu de Judas.
Antes de começar a foda na bilha, festa da anilha diga-se de passagem, eu disse atrevidamente, "Enfie-me a sua guloseima pelo rego acima, Sr. Esteves".
Foi uma enrabadela típica de campo. Porca, à canzana, sem piedade nem vergonha.
Depois de me ter rebentado o esfíncter, e do meu rabo ter ficado a sangrar, foi a minha vez de dar festa ao cu do Sr. Esteves. Foi excelente, perto da perfeição. Um trancada rabetina como já não se vê nos dias de hoje.
Ainda hoje me pergunto, que será feito do Sr. Esteves. Já deve ter batido a bota há muito tempo. E de bater percebia ele, lá isso percebia.
Conto-vos esta história só para perceberem que, mesmo em pequenos cus de Judas, em dias chatos, algo de mágico e de apaxonante vos poderá acontecer.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Quinta-feira, Fevereiro 05, 2004
Já vos contei as minhas histórias com o Sr. Esteves? Não? Então, vão com o caralho! Pronto, eu conto. E esqueçam isso de ir com o caralho, porque isso já são ofertas da casa a mais.
MEMÓRIAS
Tinha eu uns 15 anos, idade em que se passa a vida a sonhar com a primeira foda com um homem e, fui passar as minhas férias de Verão a casa dos meus avós maternos em Pampilhosa da Serra.
Uma terra acolhedora e, especialmente, a-cu-lhe-doa, se percebem a que é que eu me refiro...
Não interessa.
Ao lado da casa dos meus avós, existia uma loja de doces cujo dono se chamava Sr. Esteves. Era um homem misterioso. Sempre a vender guloseimas a putos. Eu já não era um puto, mas aquela loja era como um poço de mistérios para mim. Tinha que ir vê-la.
Um dia, fui visitar aquela loja de doces. Quando lá pus os pés, o Sr. Esteves perguntou-me:
- Nunca te vi por aqui, moço.
- Eu não sou de cá...E muito menos sou moço...Tenho 15 anos...
- Hum, então, que estás a fazer numa loja de doces?- perguntou o Sr. Esteves que devia ter uns 50 anos.
- Não sei...O Verão aqui é uma seca, por isso, não tenho mais nada que fazer...- rematei.
- Sempre podes namorar...Por aqui existe muita moça...- sugeriu-me.
- Não quero. Sabe, é...que..é...que...eu tenho mais queda para os rapazes...- confessei.
- 'Sério? Somos dois...
De repente, o meu coração encheu-se de alegria. Afinal, naquela pequena loja de doces, no cu de Judas, existia um doce que gostaria de devorar. O seu nome era Sr. Esteves e, naquela pequena loja, naquele dia, no cu de Judas, uma tensão sexual se fez sentir.
Aproximámo-nos. Olhámos olhos nos olhos. Os olhos daquele homem cinquentão, eram como frutas cristalizadas. Doces, brilhantes e apetecíveis.
Os lábios dele tocaram nos meus. Foi um beijo. Um beijo com paixão. Uma paixão que se fez sentir naquela loja de doces, naquele dia, no cu de Judas.
FIM DA 1ª PARTE
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
MEMÓRIAS
Tinha eu uns 15 anos, idade em que se passa a vida a sonhar com a primeira foda com um homem e, fui passar as minhas férias de Verão a casa dos meus avós maternos em Pampilhosa da Serra.
Uma terra acolhedora e, especialmente, a-cu-lhe-doa, se percebem a que é que eu me refiro...
Não interessa.
Ao lado da casa dos meus avós, existia uma loja de doces cujo dono se chamava Sr. Esteves. Era um homem misterioso. Sempre a vender guloseimas a putos. Eu já não era um puto, mas aquela loja era como um poço de mistérios para mim. Tinha que ir vê-la.
Um dia, fui visitar aquela loja de doces. Quando lá pus os pés, o Sr. Esteves perguntou-me:
- Nunca te vi por aqui, moço.
- Eu não sou de cá...E muito menos sou moço...Tenho 15 anos...
- Hum, então, que estás a fazer numa loja de doces?- perguntou o Sr. Esteves que devia ter uns 50 anos.
- Não sei...O Verão aqui é uma seca, por isso, não tenho mais nada que fazer...- rematei.
- Sempre podes namorar...Por aqui existe muita moça...- sugeriu-me.
- Não quero. Sabe, é...que..é...que...eu tenho mais queda para os rapazes...- confessei.
- 'Sério? Somos dois...
De repente, o meu coração encheu-se de alegria. Afinal, naquela pequena loja de doces, no cu de Judas, existia um doce que gostaria de devorar. O seu nome era Sr. Esteves e, naquela pequena loja, naquele dia, no cu de Judas, uma tensão sexual se fez sentir.
Aproximámo-nos. Olhámos olhos nos olhos. Os olhos daquele homem cinquentão, eram como frutas cristalizadas. Doces, brilhantes e apetecíveis.
Os lábios dele tocaram nos meus. Foi um beijo. Um beijo com paixão. Uma paixão que se fez sentir naquela loja de doces, naquele dia, no cu de Judas.
FIM DA 1ª PARTE
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Quarta-feira, Fevereiro 04, 2004
OUTRO ARTIGO DE OPINIÃO
JOSÉ MOURINHO E O SEU DESEJO DE VER RUI JORGE MORTO
Não respeito José Mourinho. Uma das razões para tal, é que ele é um macho à séria. E, tudo o que é macho, eu não respeito. Mas, também, nunca gostei muito de futebol. Acho demasiado violento. Rui Jorge, que é um bicha à séria, tem toda a razão em se sentir insultado. Afinal, Mourinho, em vez de lhe partir logo a boca, como todos os do futebol fazem, apenas o ameaçou, foda-se.
É uma descriminação. Um gajo é bicha em campo e, logo de seguida, tem de haver algum tipo de tratamento diferente. Rui Jorge, pantufinha, luta pelos teus direitos! Diz, "Eu quero ser espancado em campo como os heterossexuais!".
Tristemente vosso,
Cherne (de espinha comprida)
JOSÉ MOURINHO E O SEU DESEJO DE VER RUI JORGE MORTO
Não respeito José Mourinho. Uma das razões para tal, é que ele é um macho à séria. E, tudo o que é macho, eu não respeito. Mas, também, nunca gostei muito de futebol. Acho demasiado violento. Rui Jorge, que é um bicha à séria, tem toda a razão em se sentir insultado. Afinal, Mourinho, em vez de lhe partir logo a boca, como todos os do futebol fazem, apenas o ameaçou, foda-se.
É uma descriminação. Um gajo é bicha em campo e, logo de seguida, tem de haver algum tipo de tratamento diferente. Rui Jorge, pantufinha, luta pelos teus direitos! Diz, "Eu quero ser espancado em campo como os heterossexuais!".
Tristemente vosso,
Cherne (de espinha comprida)
Terça-feira, Fevereiro 03, 2004
Hoje, acordei com vontade de fazer amor com um monge.
Foi estranho, isso foi. Acordei a pensar num monge que, por debaixo daquelas vestes compridas, escondia uma besta vergal, capaz de abanar Tóquio.
Foi com toda a pujança que, estiquei o manel caralho e, fiz vaivém durante 15 minutos.
Depois, mandei um pouco de esperma para cima da mesinha de cabeceira e, passados 5 minutos, bati um nova pívia a pensar noutro monge diferente. Foda-se, esta merda até já mete nojo. De tanto estar a escrever sobre monges nesta caralhada de blog, estou a ficar com tusa. É complicado esgalhar o joão-nabos enquanto se tenta escrever. Até já estouuu a hkb8wuovhbuowbv ,kbvdj dfv bkbvgbhkbhkb vj
foda-se, é impossível fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Foi estranho, isso foi. Acordei a pensar num monge que, por debaixo daquelas vestes compridas, escondia uma besta vergal, capaz de abanar Tóquio.
Foi com toda a pujança que, estiquei o manel caralho e, fiz vaivém durante 15 minutos.
Depois, mandei um pouco de esperma para cima da mesinha de cabeceira e, passados 5 minutos, bati um nova pívia a pensar noutro monge diferente. Foda-se, esta merda até já mete nojo. De tanto estar a escrever sobre monges nesta caralhada de blog, estou a ficar com tusa. É complicado esgalhar o joão-nabos enquanto se tenta escrever. Até já estouuu a hkb8wuovhbuowbv ,kbvdj dfv bkbvgbhkbhkb vj
foda-se, é impossível fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Segunda-feira, Fevereiro 02, 2004
MAIS ARTIGOS DE OPINIÃO...
O ABORTO
Sou contra! Contra! Qualquer português de bom nome e, que saiba que 1143 foi a data em que aderimos à CEE, deve estar, totalmente, em desacordo com esta ideia fascista e repugnante!
Que morram os pecadores decadentes! Viva o dia em que a ditadura acabou! Métodos destes, não! 25 de Abril, sempre!
Ainda bem que, com a Revolução das Rosas, os prisioneiros em Caxias foram libertos e, graças a Deus!, nunca mais foram submetidos novamente a esta tortura de extremistas fanáticos!
Tenho dito.
A INFLAÇÃO
Quero lá saber se o orçamento não é suficiente para pagar tudo! Se quiserem reclamar, escrevam no livro de reclamações...Vão-se foder, caralho do povo.
Como disse a nossa querida Maria Antónia: "Eles que bebam leite!".
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
O ABORTO
Sou contra! Contra! Qualquer português de bom nome e, que saiba que 1143 foi a data em que aderimos à CEE, deve estar, totalmente, em desacordo com esta ideia fascista e repugnante!
Que morram os pecadores decadentes! Viva o dia em que a ditadura acabou! Métodos destes, não! 25 de Abril, sempre!
Ainda bem que, com a Revolução das Rosas, os prisioneiros em Caxias foram libertos e, graças a Deus!, nunca mais foram submetidos novamente a esta tortura de extremistas fanáticos!
Tenho dito.
A INFLAÇÃO
Quero lá saber se o orçamento não é suficiente para pagar tudo! Se quiserem reclamar, escrevam no livro de reclamações...Vão-se foder, caralho do povo.
Como disse a nossa querida Maria Antónia: "Eles que bebam leite!".
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Domingo, Fevereiro 01, 2004
Hoje sinto-me heterossexual.
Ah ah, apanhei-vos, hein?
Hoje é dia 1 de Fevereiro, dia das mentiras.
Não, não estou a confundir com o 1 de Abril. Isso é o Dia de Portugal porque Camões conquistou o Império Romano nesse mesmo dia em 999 a.C.. E o meu dia preferido é o 10 de Junho porque nesse dia festeja-se o aniversário de Afonso Henriques.
Existem outros feriados que também não desgosto: o 5 de Outubro que simboliza a chegada de Vasco Santana à Índia e, o 1 de Dezembro que festeja o terramoto de Lisboa que teve lugar a 1 de Novembro de 1755.
Como vêm, sou um Primeiro-Ministro muito culto e que se interessa por mais do que Kama Sutra rabeta.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Ah ah, apanhei-vos, hein?
Hoje é dia 1 de Fevereiro, dia das mentiras.
Não, não estou a confundir com o 1 de Abril. Isso é o Dia de Portugal porque Camões conquistou o Império Romano nesse mesmo dia em 999 a.C.. E o meu dia preferido é o 10 de Junho porque nesse dia festeja-se o aniversário de Afonso Henriques.
Existem outros feriados que também não desgosto: o 5 de Outubro que simboliza a chegada de Vasco Santana à Índia e, o 1 de Dezembro que festeja o terramoto de Lisboa que teve lugar a 1 de Novembro de 1755.
Como vêm, sou um Primeiro-Ministro muito culto e que se interessa por mais do que Kama Sutra rabeta.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Sábado, Janeiro 31, 2004
Bem, tenho andado perturbado. A razão de tal perturbação é o facto do Francisco Louçã andar um pouco esquisito.
Não é que, o moço insultou a Ministra da Justiça, em pleno Parlamento, chamando-lhe "inimputável"? Coitado. Se calhar, é porque eu nunca lhe liguei nem nunca lhe mandei mais flores desde da queca paneleira que tivémos em Abril do ano passado.
Quico, torrãozinho, tens de esquecer todos os passeios na praia, os pores-do-sol, a contagem das estrelas em pleno descampado, as fodas na bilha e, o resto de todas as coisas românticas que partilhámos juntos.
Sempre teu (somente teu, leãozinho),
Cherne (de espinha comprida).
Não é que, o moço insultou a Ministra da Justiça, em pleno Parlamento, chamando-lhe "inimputável"? Coitado. Se calhar, é porque eu nunca lhe liguei nem nunca lhe mandei mais flores desde da queca paneleira que tivémos em Abril do ano passado.
Quico, torrãozinho, tens de esquecer todos os passeios na praia, os pores-do-sol, a contagem das estrelas em pleno descampado, as fodas na bilha e, o resto de todas as coisas românticas que partilhámos juntos.
Sempre teu (somente teu, leãozinho),
Cherne (de espinha comprida).
Sexta-feira, Janeiro 30, 2004
Todos os políticos têm livros publicados. Eu, até agora, só publiquei um projecto musical que, está espalhado pela Internet com o nome de "Mister Gay".
Acho que está na hora de apresentar por escrito, alguma coisa que contribua para a felicidade humana. Por isso, irei apresentar a minha crónica como podem ler em baixo.
Inspirado no grande escritor António Lobo Antunes, que publicou a crónica, "Chopin é um frango", eu publico, "Chopin é um cão".
CHOPIN É UM CÃO
Os meus pais, a quem a minha indiferença a raparigas preocupava (passei o liceu a ouvir Elton John às escondidas e a pasmar para o filho do farmacêutico), trataram de me pôr num colégio católico que se ocuparia, a meter-me na cabeça, à força, o que recusava causar-me tusa: gajas.
Nesse colégio, no quarto que me arranjaram para eu ficar lá temporariamente, podia-se ver a casa dum pianista.
Todas as sextas, esse pianista, punha-se nu, a tocar no seu piano. Tocava Chopin,
- Filha da puta
e, embora não fosse nada de especial, tive umas quantas fantasias sexuais com o corpo dele.
Imaginava
- enquanto esgalhava o meu zé tolas
que o estava a foder em cima do piano dele. Sempre à canzana. Fodia-lhe o rego, dando-lhe com o tarolo à bruta, como se ele fosse um cãozinho. No fundo, pinocar os entrefolhos rabais daquele pianista era uma maneira de estar a foder Chopin. Ele tocava Chopin e eu fodia-o. Fazia-lo ganir, tanto a ele como a Chopin, como quem faz ganir um cão.
O pior, estava para vir: de todas as vezes que via um cão na rua, tirava o zé vergas para fora e, rompia as membranas rectais do pobre animal.
Todos me diziam,
- Ó Durão, para de fazer sofrer o animal
mas eu, continuava a desbravar cães por todo o lado. Coitado do Chopin. A ser enrabado constantemente. A Associação Protectora dos Animais prendeu-me por ter ido à peida a mais de 3000 cães abandonados.
Estou certo que ainda hoje se fode muito cão no meio da rua. Ouço o ganir deles pela noite dentro. Uns cães maldizem as fodas rabetinas, outros apenas maldizem a vida de cão.
FIM
Que acharam, hein?
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Acho que está na hora de apresentar por escrito, alguma coisa que contribua para a felicidade humana. Por isso, irei apresentar a minha crónica como podem ler em baixo.
Inspirado no grande escritor António Lobo Antunes, que publicou a crónica, "Chopin é um frango", eu publico, "Chopin é um cão".
CHOPIN É UM CÃO
Os meus pais, a quem a minha indiferença a raparigas preocupava (passei o liceu a ouvir Elton John às escondidas e a pasmar para o filho do farmacêutico), trataram de me pôr num colégio católico que se ocuparia, a meter-me na cabeça, à força, o que recusava causar-me tusa: gajas.
Nesse colégio, no quarto que me arranjaram para eu ficar lá temporariamente, podia-se ver a casa dum pianista.
Todas as sextas, esse pianista, punha-se nu, a tocar no seu piano. Tocava Chopin,
- Filha da puta
e, embora não fosse nada de especial, tive umas quantas fantasias sexuais com o corpo dele.
Imaginava
- enquanto esgalhava o meu zé tolas
que o estava a foder em cima do piano dele. Sempre à canzana. Fodia-lhe o rego, dando-lhe com o tarolo à bruta, como se ele fosse um cãozinho. No fundo, pinocar os entrefolhos rabais daquele pianista era uma maneira de estar a foder Chopin. Ele tocava Chopin e eu fodia-o. Fazia-lo ganir, tanto a ele como a Chopin, como quem faz ganir um cão.
O pior, estava para vir: de todas as vezes que via um cão na rua, tirava o zé vergas para fora e, rompia as membranas rectais do pobre animal.
Todos me diziam,
- Ó Durão, para de fazer sofrer o animal
mas eu, continuava a desbravar cães por todo o lado. Coitado do Chopin. A ser enrabado constantemente. A Associação Protectora dos Animais prendeu-me por ter ido à peida a mais de 3000 cães abandonados.
Estou certo que ainda hoje se fode muito cão no meio da rua. Ouço o ganir deles pela noite dentro. Uns cães maldizem as fodas rabetinas, outros apenas maldizem a vida de cão.
FIM
Que acharam, hein?
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Quinta-feira, Janeiro 29, 2004
Hoje estou desgostoso. Diria mesmo, destroçado.
Há um mês fui ao hospital fazer exames e, hoje recebi os resultados. A razão de os ter ido fazer foi, somente, por questões de precaução. Com tanta foda rabetina, nunca se sabe.
O médico chegou ao pé de mim, tirou os óculos, olhou-me nos olhos, pôs-me a mão no ombro e disse: "Tenho más notícias". Fiquei assustado. Aparentemente, tenho HIV. Acontece. Sou um fodilhão anal de primeira, não seria de estranhar. Mas o que me chocou, foi saber que tenho diabetes. Diabetes? DIABETES? Foda-se.
Fui sempre tão saudável. Como é que isto aconteceu? Sempre tive a máxima precaução com doces. E agora? Que vai ser de mim? O que acontecerá à minha família quando souber? Quando souber, que não consigo produzir insulina? Quando souber, que andei este tempo todo a esconder o meu terrível segredo: ser um guloso.
Para mais, imagino as descriminações que irão florir. Ainda hoje o motorista de autocarro não me deixou entrar porque não tinha senha. Está-se mesmo a ver a verdadeira razão...Deve ter calculado, pelo meu aspecto físico, que sou um glutão e que tenho diabetes. Meu Deus, porquê EU? PORQUÊ?
Desculpem, mas estou demasiado transtornado para escrever. Provavelmente, hoje à noite, pagarei a um rapaz do Parque Eduardo VII para lhe enfiar uma pinocada rabal de grande duração e força, para me consolar.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Há um mês fui ao hospital fazer exames e, hoje recebi os resultados. A razão de os ter ido fazer foi, somente, por questões de precaução. Com tanta foda rabetina, nunca se sabe.
O médico chegou ao pé de mim, tirou os óculos, olhou-me nos olhos, pôs-me a mão no ombro e disse: "Tenho más notícias". Fiquei assustado. Aparentemente, tenho HIV. Acontece. Sou um fodilhão anal de primeira, não seria de estranhar. Mas o que me chocou, foi saber que tenho diabetes. Diabetes? DIABETES? Foda-se.
Fui sempre tão saudável. Como é que isto aconteceu? Sempre tive a máxima precaução com doces. E agora? Que vai ser de mim? O que acontecerá à minha família quando souber? Quando souber, que não consigo produzir insulina? Quando souber, que andei este tempo todo a esconder o meu terrível segredo: ser um guloso.
Para mais, imagino as descriminações que irão florir. Ainda hoje o motorista de autocarro não me deixou entrar porque não tinha senha. Está-se mesmo a ver a verdadeira razão...Deve ter calculado, pelo meu aspecto físico, que sou um glutão e que tenho diabetes. Meu Deus, porquê EU? PORQUÊ?
Desculpem, mas estou demasiado transtornado para escrever. Provavelmente, hoje à noite, pagarei a um rapaz do Parque Eduardo VII para lhe enfiar uma pinocada rabal de grande duração e força, para me consolar.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Quarta-feira, Janeiro 28, 2004
De todas as vezes que me cruzo com as pessoas que conheço e, com o Miguel Sousa Tavares, todos me fazem o mesmo reparo: "O teu blog não passa de uma grande rabetice e, afinal, onde estão as tais opiniões sobre este país de merda?".
Bem, devo contestar: isto não é uma grande rabetice! Diria gigante! Tão disforme que, ultrapassa os limites daquilo que é imaginável! Não voltem a ser filisteus e a criticar a sangue frio aquilo que merece respeito!
Mas, como sou um bicha que cumpre a sua palavra, vou escrever dois artigos de opinião.
ENSINO SUPERIOR GRATUITO
Os másculos estudantes da Universidade de Coimbra têm lixado o juízo a todos no Governo, por causa de não quererem pagar propinas. Eu quero é que se fodam! Afinal, onde é que você gastam o dinheiro que vos pago depois das quecas que vos prego, na Pensão "Águas-Leves"? Foda-se. Não me digam que o gastam todo na noite porque, durante a noite, não podem sair uma vez que é nessa altura que vou escolher os melhores rapazinhos entre vós para foder.
A MORTE DE FEHÉR
Respeito. Um pouco de luto. Afinal, ele sempre me proporcionou boas punhetas. Sempre adorei pornografia gay húngara. E tu, querido Fehér, cada vez que corrias no campo, mandavas-me agitar o vergalho e chamar milhões de espermatozoídes ao de cima. Imaginava-te nu a correr num campo cheio de flores.
Então? Vêm, eu não sou só o "boiola esquisito que gosta de comer rapazinhos".
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Bem, devo contestar: isto não é uma grande rabetice! Diria gigante! Tão disforme que, ultrapassa os limites daquilo que é imaginável! Não voltem a ser filisteus e a criticar a sangue frio aquilo que merece respeito!
Mas, como sou um bicha que cumpre a sua palavra, vou escrever dois artigos de opinião.
ENSINO SUPERIOR GRATUITO
Os másculos estudantes da Universidade de Coimbra têm lixado o juízo a todos no Governo, por causa de não quererem pagar propinas. Eu quero é que se fodam! Afinal, onde é que você gastam o dinheiro que vos pago depois das quecas que vos prego, na Pensão "Águas-Leves"? Foda-se. Não me digam que o gastam todo na noite porque, durante a noite, não podem sair uma vez que é nessa altura que vou escolher os melhores rapazinhos entre vós para foder.
A MORTE DE FEHÉR
Respeito. Um pouco de luto. Afinal, ele sempre me proporcionou boas punhetas. Sempre adorei pornografia gay húngara. E tu, querido Fehér, cada vez que corrias no campo, mandavas-me agitar o vergalho e chamar milhões de espermatozoídes ao de cima. Imaginava-te nu a correr num campo cheio de flores.
Então? Vêm, eu não sou só o "boiola esquisito que gosta de comer rapazinhos".
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Terça-feira, Janeiro 27, 2004
Estava marcado para as três da tarde de hoje, uma missa por alma dum tio da Margarida. Contudo, nem tudo correu bem...
Quinze minutos antes de sairmos, fui à procura de meias no meu armário antes de calçar os sapatos. De tanto mexer, encontrei um tesouro meu que já não via desde os meus tempos de jovem. E lá estavam elas, a sorrirem para mim. Estou a falar das minhas antigas meias de rede. Uau! Aquilo é que era roupa! Dos meus tempos de puta só restou aquela relíquia de sedução, sedução essa, que dera em tantas fodas nos bancos de trás de diversos carros.
Experimentei-as outra vez...Mas o pior é que as meias de rede levaram-me a pôr maquilhagem barata na minha cara só para recordar o "look". Depois da maquilhagem foleira, foi a mini saia. De seguida, pus um top de cabedal que me avantajava as tetas. Depois penteei com caracoís o meu cabelo oleoso e, ali estava eu, uma puta bem produzida.
Estava feliz de novo. Mesmo feliz. Um sorriso invadiu-me a cara. O espelho pintava a minha aparência que durante vinte anos não havia sido esquecida, dentro de mim.
Desci as escadas. Cheguei ao átrio e a Margarida apanhou um chilique. O meu sogro chamou-me larilas e, um dos meus filhos não podia acreditar. Coitado do meu filho. Ainda por cima, estava com um amigo.
Devo dizer que quando vi aquele amigo, a minha bandeira içou! Um bonzão de alta categoria! Olhos verdes, musculado, calças justas que davam para deduzir o tamanho daquela verga apetecível. E o melhor, é que aquele pão iria acompanhar-nos à tal missa.
Então, disse para mim próprio: "Vá lá Durão, só mais uma última sedução". E bem tentei. O meu filho, envergonhado de eu estar sempre a olhar para o colega dele, disse-me que não me queria ver mais. Que se fodesse...No carro, quando íamos para a Igreja, piscava os olhos, abria as pernas, tudo para poder levar porrada nas nádegas daquele macho que até era capaz de acordar vergalhos mortos.
Chegados à missa, ainda procurando lugar nos bancos da Igreja, a Margarida chorava de vergonha e, todos olhavam para nós. Eu fazia balões com a pastilha elástica seduzindo aquele fruto inalcançável. Ele tentava não ligar mas, quando alguém está mesmo atrás de vocês a apalpar-vos o rabo, seriam capazes de o negar?
Durante a celebração foi um pandemónio. O padre benzia-se totalmente chocado com aquilo que via. Via um tipo vestido de puta (eu) a apalpar a fruta de um homem ao seu lado (amigo do meu filho), por dentro das calças de gangas justas que aquele gajo levava. A minha família estava chocada. Ninguém quis falar comigo durante uma hora depois de chegarmos a casa.
O meu filho estava fulo e disse, "Que pai mais roto!". Não lucrei nada, o que me humilhou. Esse amigo do meu filho disse-lhe que me achava um "tarado esquisitoíde". Bem, pelo menos, todo aquele monte de músculos que excitam qualquer bicha de categoria, deram para eu bater uma que deu uma ejaculação louca e de velocidade memorável.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Quinze minutos antes de sairmos, fui à procura de meias no meu armário antes de calçar os sapatos. De tanto mexer, encontrei um tesouro meu que já não via desde os meus tempos de jovem. E lá estavam elas, a sorrirem para mim. Estou a falar das minhas antigas meias de rede. Uau! Aquilo é que era roupa! Dos meus tempos de puta só restou aquela relíquia de sedução, sedução essa, que dera em tantas fodas nos bancos de trás de diversos carros.
Experimentei-as outra vez...Mas o pior é que as meias de rede levaram-me a pôr maquilhagem barata na minha cara só para recordar o "look". Depois da maquilhagem foleira, foi a mini saia. De seguida, pus um top de cabedal que me avantajava as tetas. Depois penteei com caracoís o meu cabelo oleoso e, ali estava eu, uma puta bem produzida.
Estava feliz de novo. Mesmo feliz. Um sorriso invadiu-me a cara. O espelho pintava a minha aparência que durante vinte anos não havia sido esquecida, dentro de mim.
Desci as escadas. Cheguei ao átrio e a Margarida apanhou um chilique. O meu sogro chamou-me larilas e, um dos meus filhos não podia acreditar. Coitado do meu filho. Ainda por cima, estava com um amigo.
Devo dizer que quando vi aquele amigo, a minha bandeira içou! Um bonzão de alta categoria! Olhos verdes, musculado, calças justas que davam para deduzir o tamanho daquela verga apetecível. E o melhor, é que aquele pão iria acompanhar-nos à tal missa.
Então, disse para mim próprio: "Vá lá Durão, só mais uma última sedução". E bem tentei. O meu filho, envergonhado de eu estar sempre a olhar para o colega dele, disse-me que não me queria ver mais. Que se fodesse...No carro, quando íamos para a Igreja, piscava os olhos, abria as pernas, tudo para poder levar porrada nas nádegas daquele macho que até era capaz de acordar vergalhos mortos.
Chegados à missa, ainda procurando lugar nos bancos da Igreja, a Margarida chorava de vergonha e, todos olhavam para nós. Eu fazia balões com a pastilha elástica seduzindo aquele fruto inalcançável. Ele tentava não ligar mas, quando alguém está mesmo atrás de vocês a apalpar-vos o rabo, seriam capazes de o negar?
Durante a celebração foi um pandemónio. O padre benzia-se totalmente chocado com aquilo que via. Via um tipo vestido de puta (eu) a apalpar a fruta de um homem ao seu lado (amigo do meu filho), por dentro das calças de gangas justas que aquele gajo levava. A minha família estava chocada. Ninguém quis falar comigo durante uma hora depois de chegarmos a casa.
O meu filho estava fulo e disse, "Que pai mais roto!". Não lucrei nada, o que me humilhou. Esse amigo do meu filho disse-lhe que me achava um "tarado esquisitoíde". Bem, pelo menos, todo aquele monte de músculos que excitam qualquer bicha de categoria, deram para eu bater uma que deu uma ejaculação louca e de velocidade memorável.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Segunda-feira, Janeiro 26, 2004
Muita gente me tem perguntado, agora que exponho publicamente o meu ponto de vista sobre todo o tipo de assuntos, como e quando é que eu percebi que era feito para a política...
Isso obriga-me a voltar atrás no tempo e, a escrever memórias.
MEMÓRIAS DE UM PRIMEIRO-MINISTRO
Quando tinha uns 23 anos e andava no ano que agora corresponde ao 10º, todos os meus colegas já sabiam o que queriam ser. Uns queriam ser médicos, outros queriam ser arquitectos e, outros queriam ser varredores de rua ou putas decadentes.
Mas eu sempre quis ser algo diferente. Algo que me desse mais do que doentes, pontes, chão ou esporra fresca matinal.
Numa aula de matemática, o meu professor mandou-nos fazer um exercício com o Teorema de Pitágoras. Depois, sentou-se, a suar, na sua secretária e disse baixinho, "Detesto estas aulas para miúdos defecientes...C'um caralho, porque é que eu não dou aulas a tipos com mais de 88 de QI?".
Ainda hoje questiono, que será o tal "QI" mas, depois penso que eu quero é que se foda. Todos estavam a trabalhar mas, eu apenas olhava para o ar a sonhar dar uma queca num pastor alemão. Não, não é a raça de cães. Tratava-se mesmo de um pastor alemão. Nisto tudo, o meu professor passa por mim e, vê que o meu caderno estava em branco naquele dia. Bate com a mão na mesa, uma mão que dava para aquecer uma máquina em 30 segundos de tão forte e rígida que era e, vira-se para mim e diz: "Foda-sssssse! Filha da puta! Pareces um político, já que não fazes um caralho!".
E, plim! Uma luz na minha cabeça. Político. Se para se ser político é necessário ociosidade e paneleirice compulsiva, então eu estava no caminho certo. Desde esse dia, passei a assistir a sessões do Parlamento.
Mas o pior eram os meus pais...Como contar-lhes das minhas preferências? Ganhei coragem e, enfrentei aquela sociedade opressora, falando abertamente com o meu pai:
Eu: Pai, tenho de dizer-te algo...
Meu pai (baixando o jornal e virando os olhos para mim): Diz, desde que não seja sobre dildos e vaselina...
Eu: Não, meu bom pai, é que eu tenho de confessar uma coisa...
Meu pai: Chuta...
Eu: Eu..bem...eu...err..eu...
Meu pai: Raios me partam! Diz, desembucha, atira...
Eu: ...sou...sou...SOU POLÍTICO!
Meu pai: Não! Deus não! Nenhum filho meu, jamais!, será um político!!!! (tira do cinto e começa a chicotear-me) Onde é que eu errei? (começa a chorar e olha para as minhas costa vermelhas, marcadas pela opressão) Vês o que me obrigas a fazer, Durão? Vês? VÊS? Eu só...(gaguejando e chorando)..eu...eu só queria ter um filho normal....
Eu: Bem, meu pai, agora tenho de seguir a viagem rumo ao destino final...
Meu pai (virando-se, chorando um choro miudinho): Sabes que a tua mãe ficará de coração partido...não sabes?
Eu: Bem sei, mas o que tem de ser feito, será feito...
Depois de contar à minha mãe, que morreu passados dois dias com um grande desgosto, ina por cima tão católica como era deve ter sido um choque brutal, decidi aderir a um partido. Escolhi um de direita porque sou fanchono.
FIM
Estas memórias foram uma bela merda, mas, também, Eugénio de Andrade, que é um fodilhão anal de grandes qualidades diga-se de passagem e eu o sei por experiência própria, não fica muito à frente.
Sem mais nada a dizer,
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Isso obriga-me a voltar atrás no tempo e, a escrever memórias.
MEMÓRIAS DE UM PRIMEIRO-MINISTRO
Quando tinha uns 23 anos e andava no ano que agora corresponde ao 10º, todos os meus colegas já sabiam o que queriam ser. Uns queriam ser médicos, outros queriam ser arquitectos e, outros queriam ser varredores de rua ou putas decadentes.
Mas eu sempre quis ser algo diferente. Algo que me desse mais do que doentes, pontes, chão ou esporra fresca matinal.
Numa aula de matemática, o meu professor mandou-nos fazer um exercício com o Teorema de Pitágoras. Depois, sentou-se, a suar, na sua secretária e disse baixinho, "Detesto estas aulas para miúdos defecientes...C'um caralho, porque é que eu não dou aulas a tipos com mais de 88 de QI?".
Ainda hoje questiono, que será o tal "QI" mas, depois penso que eu quero é que se foda. Todos estavam a trabalhar mas, eu apenas olhava para o ar a sonhar dar uma queca num pastor alemão. Não, não é a raça de cães. Tratava-se mesmo de um pastor alemão. Nisto tudo, o meu professor passa por mim e, vê que o meu caderno estava em branco naquele dia. Bate com a mão na mesa, uma mão que dava para aquecer uma máquina em 30 segundos de tão forte e rígida que era e, vira-se para mim e diz: "Foda-sssssse! Filha da puta! Pareces um político, já que não fazes um caralho!".
E, plim! Uma luz na minha cabeça. Político. Se para se ser político é necessário ociosidade e paneleirice compulsiva, então eu estava no caminho certo. Desde esse dia, passei a assistir a sessões do Parlamento.
Mas o pior eram os meus pais...Como contar-lhes das minhas preferências? Ganhei coragem e, enfrentei aquela sociedade opressora, falando abertamente com o meu pai:
Eu: Pai, tenho de dizer-te algo...
Meu pai (baixando o jornal e virando os olhos para mim): Diz, desde que não seja sobre dildos e vaselina...
Eu: Não, meu bom pai, é que eu tenho de confessar uma coisa...
Meu pai: Chuta...
Eu: Eu..bem...eu...err..eu...
Meu pai: Raios me partam! Diz, desembucha, atira...
Eu: ...sou...sou...SOU POLÍTICO!
Meu pai: Não! Deus não! Nenhum filho meu, jamais!, será um político!!!! (tira do cinto e começa a chicotear-me) Onde é que eu errei? (começa a chorar e olha para as minhas costa vermelhas, marcadas pela opressão) Vês o que me obrigas a fazer, Durão? Vês? VÊS? Eu só...(gaguejando e chorando)..eu...eu só queria ter um filho normal....
Eu: Bem, meu pai, agora tenho de seguir a viagem rumo ao destino final...
Meu pai (virando-se, chorando um choro miudinho): Sabes que a tua mãe ficará de coração partido...não sabes?
Eu: Bem sei, mas o que tem de ser feito, será feito...
Depois de contar à minha mãe, que morreu passados dois dias com um grande desgosto, ina por cima tão católica como era deve ter sido um choque brutal, decidi aderir a um partido. Escolhi um de direita porque sou fanchono.
FIM
Estas memórias foram uma bela merda, mas, também, Eugénio de Andrade, que é um fodilhão anal de grandes qualidades diga-se de passagem e eu o sei por experiência própria, não fica muito à frente.
Sem mais nada a dizer,
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Domingo, Janeiro 25, 2004
Muitos amigos meus, depois de terem lido as minhas notas de ontem, comentaram, "Durão, és um panuco do caralho!".
Não ligo a estes cabrões. Se começo a aceitar muitos elogios, fico convencido e, já não consiguirei cumprir o meu dever com humildade.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Não ligo a estes cabrões. Se começo a aceitar muitos elogios, fico convencido e, já não consiguirei cumprir o meu dever com humildade.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Sábado, Janeiro 24, 2004
Hoje acordei com uma moca do caralho. Estas festas gays às sextas à noite têm de acabar...Foda-se, LSD e uma bezana fazem com que o mijo cheire a ácido.
Mas só mesmo uma linha de coca para aguentar a manhã. Fui para o computador e, sem que a Margarida se apercebesse, fui a uma página de nome www.monstercocks.com. Limei o canivete, pus as calças de pijama para lavar e, tomei um banho. Estou mais gordo. 87 quilos já é muito. Tenho de fazer dieta porque senão, não conseguirei vestir as calças de cebedal lilás (daquelas mesmo justas ao corpo) que normalmente visto para o meu número de dança na discoteca "Bre-Galho". Danço sempre o "It's Raining Men".
Mais nada de interessante se passou..Ah, pois...Tenho agora de ir ver uns orçamentos enquanto coço os tomates e sonho dar uma foda no rego do José Castelo Branco.
(...)
Bem o almoço foi muita fixe. O Jorge Sampaio veio cá. O gajo tem um cu muita bom. Tive de ir descarregar a espingarda para a casa de banho, tendo como fetiche, um bruto broche naquele nabo excelente.
A Margarida descobriu o meu baú com fotografias dos meus amiguinhos da Casa Pia. Ela diz que me vai denunciar. Fui obrigado a escrever uma carta anónima ao Ministério da Justiça para desviar as atenções da minha pessoa se ela o fizer.
Enfim.... é mais um dia.
P.S.: Espero que ela nao descubra as minhas edições especiaís da Maxmen com o maestro António Vitorino de Almeida.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).
Mas só mesmo uma linha de coca para aguentar a manhã. Fui para o computador e, sem que a Margarida se apercebesse, fui a uma página de nome www.monstercocks.com. Limei o canivete, pus as calças de pijama para lavar e, tomei um banho. Estou mais gordo. 87 quilos já é muito. Tenho de fazer dieta porque senão, não conseguirei vestir as calças de cebedal lilás (daquelas mesmo justas ao corpo) que normalmente visto para o meu número de dança na discoteca "Bre-Galho". Danço sempre o "It's Raining Men".
Mais nada de interessante se passou..Ah, pois...Tenho agora de ir ver uns orçamentos enquanto coço os tomates e sonho dar uma foda no rego do José Castelo Branco.
(...)
Bem o almoço foi muita fixe. O Jorge Sampaio veio cá. O gajo tem um cu muita bom. Tive de ir descarregar a espingarda para a casa de banho, tendo como fetiche, um bruto broche naquele nabo excelente.
A Margarida descobriu o meu baú com fotografias dos meus amiguinhos da Casa Pia. Ela diz que me vai denunciar. Fui obrigado a escrever uma carta anónima ao Ministério da Justiça para desviar as atenções da minha pessoa se ela o fizer.
Enfim.... é mais um dia.
P.S.: Espero que ela nao descubra as minhas edições especiaís da Maxmen com o maestro António Vitorino de Almeida.
Sempre vosso,
Cherne (de espinha comprida).